Moral como
entendia o Cristo
Parábola do Fariseu e do
Publicano (Lucas 18:9 – 14)
Marco Augusto (Cons.
Lafaite - MG)
Boa Noite, agradecimento
aos amigos Lourdes e Gustavo a me remeter a essa ambiência, trazendo reflexão
tiradas do estudo desta parábola.
Pensando como seria essa
moral junto a Jesus, com toda aquela psicofera com aquele que veio mudar os
rumos da humanidade.
Usando de resumos e parábolas
para nos ensinar de maneira que os seus ensinamentos não fossem esquecidos.
Os apóstolos indagaram
Jesus o porquê das parábolas.
Jesus sabia que aquele
povo não teriam condições de absorver todo os seus ensinamentos e de maneira pedagógica
igual ao ensino infantil ele revestiu suas palavras de doçura contando história
de maneira fácil assimilação.
Era um povo muito sofrido
e cheios de esperança, era o que os mantinham vivos em sua fé em dias melhores.
Muitos ali cheios de
orgulho não aceitavam bem as palavras do mestre, mas gostavam de ouvir novos
pregadores.
Para ouvir as palavras de
Jesus, precisamos primeiramente estarmos de coração e mente abertos.
Parábola era revestida de
elementos fictícios e tinham sem seu cunho detinha conhecimento daquele povo;
assim conseguia construir conceitos novos e destruía e aniquila os preconceitos
arraigados.
Jesus quando indagado se
trazia novos conceitos, respondeu que não veio destruir a lei, apenas dava novo
entendimento.
Espírito superior e
perfeito de maior envergadura sabia de tudo e ensinava com muita profundidade,
e conseguia falar para aquele povo naquele tempo.
A dificuldade era não
perder um pouco do sentido e sua complexidade.
Lembramos do seu público
que era os doutores da lei que se sentiam ameaçados com suas palavras; aos
Judeus, Fariseus, pessoas incrédulas, público heterogênico.
A medida que Jesus falava aos fariseus, aos
quais se referiu como sepulcros caiados.
Fariseus: significava
separados os Santos das pessoas comuns, uma comunidade mais numerosa da época,
sendo a maioria composta de pessoas do povo.
Considerados honestos,
sérios.
Mostravam severos com
orgulho em relação a grande multidão que não observavam as leis por ele
interpretados. (Rituais de pureza e dízimos).
Acreditavam a
imortalidade da alma na eternidade das penas e na ressurreição dos mortos.
Cidades inteiras davam
testemunhos valiosos de suas virtudes e de sua maneira fervorosa de seus
discursos.
Aquela época pensavam que
a doença era derivado de um pecado.
- Publicanos – indivíduos
que trabalhavam para o governo de Roma.
Eram responsáveis pela
coleta de impostos, e esses eram escolhidos ou voluntários.
Pela profissão, pois os
direitos cívicos e políticos, eram ligados a trapaça.
Nunca mais poderiam ser
Juiz e a impossibilidade de prestar testemunhos igualava-os aos escravos.
Sempre eram associados a
ladrões, Pagãos, prostitutas e trapaceiros.
Jesus contou também está parábola
para alguns que persuadidos ou si mesmo de serem justos.
Desprezavam os restantes.
Dois homens subiram ao
templo para orar; um, era um Fariseu e o Outro um Publicano.
Esses se restringem a
parte material.
Deus eu faço muito mais
que os outros, acreditavam que tudo partia do coração.
Jesus subindo ao Galgota,
as mulheres batiam no coração em lamentações, de um dor moral. Em compaixão.
Livro dos Espírito questão
661, sobre a fé – eu acredito ao tempo de Jesus.
Fide – ser fiel a Deus.
Pecado – afastamento de
Deus.
Todas as vezes que
afastamos das leis de Deus, precisamos expiação.
Arrependimento livro Céu
e o Inferno, cap. 7 art. 162.
Estante da Vida (André Luiz)
cap. 15 O compromisso, citação de Izaquiel no antigo testamento, Deus não quer
punir, quer extirpar o mau.
Na hora da desencarnação
tentamos barganha com Deus.
Muitos são os espíritas
que chegam nessas condições no mundo espiritual.
Batendo no peito igual
aos Fariseus.
Resposta é sempre em
forma de prece.
O senhor pede misericórdia
não sacrifícios.
Não temos como ajudar,
esforcemo-nos para dar bons exemplos.
Ide e pregai com o
exemplo de devoção e se necessário use a palavra.
Temos muitas dificuldades
e muitas delas estão em nosso próprio lar.
Muitas são as vezes que
estando no mundo espiritual pedimos provas através da dor ou sofrimento.
Na maioria das vezes
recebemos uma vida normal, tarefa natural em um lar, mediunidade trinta anos de
resgate em atividade com amor.
C. Gibram, como conduzir nossa vida no Amor.
Muita Paz em sua caminhada.
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