sábado, 16 de maio de 2026

Moral como entendia o Cristo

 

Moral como entendia o Cristo

Parábola do Fariseu e do Publicano (Lucas 18:9 – 14)

Marco Augusto (Cons. Lafaite - MG)

Boa Noite, agradecimento aos amigos Lourdes e Gustavo a me remeter a essa ambiência, trazendo reflexão tiradas do estudo desta parábola.

Pensando como seria essa moral junto a Jesus, com toda aquela psicofera com aquele que veio mudar os rumos da humanidade.

Usando de resumos e parábolas para nos ensinar de maneira que os seus ensinamentos não fossem esquecidos.

Os apóstolos indagaram Jesus o porquê das parábolas.

Jesus sabia que aquele povo não teriam condições de absorver todo os seus ensinamentos e de maneira pedagógica igual ao ensino infantil ele revestiu suas palavras de doçura contando história de maneira fácil assimilação.

Era um povo muito sofrido e cheios de esperança, era o que os mantinham vivos em sua fé em dias melhores.

Muitos ali cheios de orgulho não aceitavam bem as palavras do mestre, mas gostavam de ouvir novos pregadores.

Para ouvir as palavras de Jesus, precisamos primeiramente estarmos de coração e mente abertos.

Parábola era revestida de elementos fictícios e tinham sem seu cunho detinha conhecimento daquele povo; assim conseguia construir conceitos novos e destruía e aniquila os preconceitos arraigados.

Jesus quando indagado se trazia novos conceitos, respondeu que não veio destruir a lei, apenas dava novo entendimento.

Espírito superior e perfeito de maior envergadura sabia de tudo e ensinava com muita profundidade, e conseguia falar para aquele povo naquele tempo.

A dificuldade era não perder um pouco do sentido e sua complexidade.

Lembramos do seu público que era os doutores da lei que se sentiam ameaçados com suas palavras; aos Judeus, Fariseus, pessoas incrédulas, público heterogênico.

 A medida que Jesus falava aos fariseus, aos quais se referiu como sepulcros caiados.

Fariseus: significava separados os Santos das pessoas comuns, uma comunidade mais numerosa da época, sendo a maioria composta de pessoas do povo.

Considerados honestos, sérios.

Mostravam severos com orgulho em relação a grande multidão que não observavam as leis por ele interpretados. (Rituais de pureza e dízimos).

Acreditavam a imortalidade da alma na eternidade das penas e na ressurreição dos mortos.

Cidades inteiras davam testemunhos valiosos de suas virtudes e de sua maneira fervorosa de seus discursos.

Aquela época pensavam que a doença era derivado de um pecado.

- Publicanos – indivíduos que trabalhavam para o governo de Roma.

Eram responsáveis pela coleta de impostos, e esses eram escolhidos ou voluntários.

Pela profissão, pois os direitos cívicos e políticos, eram ligados a trapaça.

Nunca mais poderiam ser Juiz e a impossibilidade de prestar testemunhos igualava-os aos escravos.

Sempre eram associados a ladrões, Pagãos, prostitutas e trapaceiros.

Jesus contou também está parábola para alguns que persuadidos ou si mesmo de serem justos.

Desprezavam os restantes.

Dois homens subiram ao templo para orar; um, era um Fariseu e o Outro um Publicano.

Esses se restringem a parte material.

Deus eu faço muito mais que os outros, acreditavam que tudo partia do coração.

Jesus subindo ao Galgota, as mulheres batiam no coração em lamentações, de um dor moral.  Em compaixão.

Livro dos Espírito questão 661, sobre a fé – eu acredito ao tempo de Jesus.

Fide – ser fiel a Deus.

Pecado – afastamento de Deus.

Todas as vezes que afastamos das leis de Deus, precisamos expiação.

Arrependimento livro Céu e o Inferno, cap. 7 art. 162.

Estante da Vida (André Luiz) cap. 15 O compromisso, citação de Izaquiel no antigo testamento, Deus não quer punir, quer extirpar o mau.

Na hora da desencarnação tentamos barganha com Deus.

Muitos são os espíritas que chegam nessas condições no mundo espiritual.

Batendo no peito igual aos Fariseus.

Resposta é sempre em forma de prece.

O senhor pede misericórdia não sacrifícios.

Não temos como ajudar, esforcemo-nos para dar bons exemplos.

Ide e pregai com o exemplo de devoção e se necessário use a palavra.

Temos muitas dificuldades e muitas delas estão em nosso próprio lar.

Muitas são as vezes que estando no mundo espiritual pedimos provas através da dor ou sofrimento.

Na maioria das vezes recebemos uma vida normal, tarefa natural em um lar, mediunidade trinta anos de resgate em atividade com amor.

C. Gibram, como conduzir nossa vida no Amor.

Muita Paz em sua caminhada.

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