Manifestação de um
espírito através da Dor
Objetivando entender o motivo de uma manifestação expontanea, resolvi abrir a folha e relatar o acontecido para fins de estudo e melhor compreensão da manifestação de alguns espíritos que se faz juntos a pessoas próximas, causando reações adversas como também percebidas pelos agentes da dor.
Esse espírito teve um
oportunidade para encarnar em uma família de pessoas ligadas a ela pelos laços
familiares dentro de eternidade.
E sua prova seria de uma
breve existência, com muita intensidade em
sentimentos de carinho e afeto.
Descrever o fato do desligamento,
seria muito prejudicial a sensibilidade de todas as pessoas envolvidas, que
vivenciaram os fatos da maneira em que tudo se consumou, seria reviver todo
esse sentimento de angústia que tortura a alma, sofrendo novamente tudo com a
mesma intensidade.
Assim vou começar a falar
sobre a forma que esse espirito tentou se comunicar com o mundo dos vivos.
Fazia frequentes visitas
ao seu lar onde os pais, em choros compulsivos e uma revoltavam consigo mesmo,
procurando a causa e até duvidando da existência de um Deus generoso, se
torturando cada vez mais.
Esses sentimentos mais se
intensificavam quando sentia a presença
do espírito, com a intensão de trazer o consolo, apenas aumentava o sentimento
de culpa e inconsolados deixavam as lembranças vividas serem momentos de
tortura que dilaceram a alma aos pais como também do próprio espírito.
Os pais que por sua vez
tiveram um planejamento e comprometimento de receber em seu núcleo
familiar, chamando-a de filha, ao qual denominavam um presente precioso de Deus.
Entender o acontecido é compreender
primeiramente que todo espírito tem um vida anterior cheios de equívocos e pedem
uma nova oportunidade para quitarem essas dívidas contraídas dentro do processo
encarnatório.
Os espíritos trazem em
sua bagagem no corpo que usa como a roupa provisória, imprensões peculiares
necessária para vivenciarem suas necessidades, para o cumprimento da missão a
qual cada espírito faz quando ainda no mundo material.
A morte é uma porta muito
difícil para o corpo material e a causa em que se dá, muita das vezes
intensifica a dor transparecendo ser uma crueldade amarga, quando aplicada a um
corpo ainda na sua fase infantil.
Esses espíritos ligados as
lembranças, ficando aprisionados próximo aqueles laços que não conseguem compreender
os porquês de tanto sofrimento.
A mediunidade é a capacidade
para perceber as vibrações de um espírito tentando se comunicar e existem
várias maneiras.
Imagine um espírito que
passou por um desligamento bruto, aos olhos materiais através do fogo.
Esse espírito ainda não
tem consciência que já se libertou do corpo, não há mais o laços com o mundo material,
mas a lembranças ainda permanece nas últimas vividas; assim são alimentadas as
chagas que fazem sofrer, revivendo aquela angustia dos últimos momentos.
A morte é a libertação do
grilhões que prendem ao espírito as coisas que o liguem a matéria.
No mundo não existe a
dor, tristeza ou qualquer outros sentimento que reconhecemos aqui no mundo dos
vivos.
Apenas são plasmados nas
imagens mentais a que atribuímos a esses espírito atrapalhando o seu
adiantamento no mundo espiritual.
Esse espírito foi levado
através das lembranças a um parente não muito próximo, mas sua percepção foi
menos dolorosa, causando cosseiras e erupções de bolhas.
A medicina procurando as causas
que justifiquem a enfermidade, desdobram em suposições, indicando exames
laborais.
A causa está na percepção
do espírito, que tentando uma comunicação com os afetos mostrando que está aqui
do seu lado.
Pedindo socorro em preces,
suas dores são plasmadas em seus espíritos em chagas espirituais, pelas lágrimas
daqueles que por amor paternal, ficam se punindo mentalmente, esquecendo que há
um Deus maior, que permite a cada indivíduo sua própria escolha.
E muitos preferem passar
por esse processo doloroso como um forma de quitar uma dívida de um passado não
muito longe dentro da eternidade, colaborando para sua elevação no mundo
espiritual.
Não existe a morte e a
felicidade plena somente em espírito quando compreendida como ensinou Jesus:
Ninguém vai ao Pai se não nascer de novo e há muitas moradas na casa do Pai.
Edificamos essas moradas
quando bem vividas, aproveitando cada oportunidade para elevar nosso espírito,
dentro das boas ações que praticamos o bem.
Honrando ao Pai em
devoção e fé, que tudo há uma causa e efeito e nada acontece sem o consentimento
do Divino Generoso, que nos permite experimentar o Amor, esse sentimento capaz
de transformar através do exercício de perdão incondicional a que falava Jesus.
Muita Paz.